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A Primavera não sabia
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Enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar
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Atendendo à situação de pandemia, as palavras e a música de Jorge Palma.
Tira a mão do queixo, não penses mais nisso o que lá vai já deu o que tinha a dar quem ganhou, ganhou e usou-se disso quem perdeu há-de ter mais cartas para dar e enquanto alguns fazem figura outros sucumbem à batota chega aonde tu quiseres mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar enquanto houver estrada para andar enquanto houver ventos e mar a gente não vai parar enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos o sistema é antigo e não poupa ninguém somos todos escravos do que precisamos reduz as necessidades se queres passar bem que a dependência é uma besta que dá cabo do desejo e a liberdade é uma maluca que sabe quanto vale um beijo
Enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar...
Tira a mão do queixo, não penses mais nisso o que lá vai já deu o que tinha a dar quem ganhou, ganhou e usou-se disso quem perdeu há-de ter mais cartas para dar e enquanto alguns fazem figura outros sucumbem à batota chega aonde tu quiseres mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar enquanto houver estrada para andar enquanto houver ventos e mar a gente não vai parar enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos o sistema é antigo e não poupa ninguém somos todos escravos do que precisamos reduz as necessidades se queres passar bem que a dependência é uma besta que dá cabo do desejo e a liberdade é uma maluca que sabe quanto vale um beijo
Enquanto houver estrada para andar a gente vai continuar...
Mark Knopfler - Brothers In Arms (A Night In London | Official Live Video)
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A aldeia morre
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Imagem de Stefan Keller por Pixabay
Gradualmente, a aldeia morre. As personagens de ontem, já não são as de hoje. Um manto consigo tem levado histórias, restando memórias que se confundem, no decorrer do tempo. Do imenso, instala-se a solidão. Aquela cujo abraço corrói.
Gradualmente, a aldeia morre. As personagens de ontem, já não são as de hoje. Um manto consigo tem levado histórias, restando memórias que se confundem, no decorrer do tempo. Do imenso, instala-se a solidão. Aquela cujo abraço corrói.
Assim continua o nosso país
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