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A mostrar mensagens com a etiqueta educação

Um dever da família

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O rei vai nu

No artigo, Escolas sob Pressão, disponibilizei a transmissão do programa "Prós e Contras" e teci algumas linhas críticas acerca do decorrer do debate pretensioso. Agora, através da Visão, do dia 11, num relato de Carmo Machado, Testemunho de uma Professora: O Rei Vai Nu.  A ler!

Hábitos diários a adquirir ou manter

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Quais são as suas propostas para melhorar a listagem?

Quando um desenho diz Mais

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Crianças maiores de 10 anos obrigadas a passar por Junta Médica no apoio para óculos

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Foto de James Wheeler no Pexels
Vários são os problemas de visão que interferem nas nossas atividades quotidianas, aprendizagens e atos. Algumas problemáticas requerem uma mudança das lentes para óculos mais amiúde. 
Aqueles que trabalhamos no ramo educacional sabemos o quanto é difícil criar o hábito, nas crianças, de pôr os óculos, durante as aulas, na Escola. Também somos conhecedores das implicações negativas para as aprendizagens e saúde dos discentes quando estes não os usam ou a graduação está desajustada. Perante este auxiliar desadequado ou que partiu durante o intervalo, muitas famílias têm dificuldades em repô-los por questões financeiras. Prioridades que não temos o direito de julgar, pois, ainda há fome nas nossas Escolas. O que dizer das condições de habitabilidade? 
Ao ler as notícias, deparei-me com a acidez feita chegar pelo Diário de Notícias, no artigo Apoio para Óculos. Crianças com mais de dez anos obrigadas a passar por Junta Médica, com base no sítio da Seguranç…

Antena Aberta - Os chumbos e a Indisciplina nas nossas Escolas

Antena Aberta Os chumbos e a indisciplina dentro das escolas.  Diariamente na Antena 1, a opinião dos ouvintes. Um tema por cada dia, atual e relevante, analisado por especialistas e comentado pelos ouvintes da Rádio pública. De 2ª a 6ª feira, 11h00. Edição de António Jorge.
Para ouvir o fórum, clique na hiperligação inicial. Como é hábito, o nosso ministro da educação não dá a cara (neste caso a voz). A voz da tutela fez-se ouvir...

Alguns pais olham para os filhos e vêem um porquinho-mealheiro

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Fonte aqui

Direto a Si, dr. António Costa por Santana Castilho

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Na sua crónica semanal no Público, datada de 30/10/19, Santa Castilho, com a sensatez que lhe é característica, apontou o dedo a muitas das feridas no sistema educativo português, num só sentido.

Na Educação, o ambiente é de profundo mal-estar e o programa do novo Governo não conseguiu atribuir-lhe qualquer réstia de esperança. Outrossim, acentua a onda de “planos”, “projectos” e “estratégias”, para picar os miolos aos professores. Antes de Maria de Lurdes Rodrigues, todos sabiam exactamente o que fazer. Os chefes eram menos e as escolas funcionavam. Depois cresceram os chefes. E consigo, dr. António Costa, cresceu a desorientação e o deslumbramento com as pedagogias sem sentido. E cresceram as siglas “eruditas” para denominar inúteis organismos, projectos, plataformas e planos. Veja estas, dr. António Costa (e não são todas), criadas pelas suas luminárias da modernidade: ACES, ACCRO, AERBP, AIRO, CAA, CAF, CD, CEB, CP, CPCJ, CRI, CT, DAC, DEE, DT, EE, EECE, EFA, ELT, EMAI, EO, ESAD, …

Escolas Sob Pressão

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Ontem, ao ver o Prós e Contras,  da RTP1, cuja hiperligação do programa na RTP Play partilho com o leitor, senti reiteradas algumas das minhas ideias anteriormente escritas aqui.
Um programa sem variáveis definidas, com traços de egos inflamados, poucas verdades e experiências pouco diversificadas, por parte dos intervenientes.  Aparentemente, pelo que concluí, a violência nas escolas é uma utopia. Os programas desajustados dos níveis etários dos alunos nem mereceram destaque. Em suma, um programa que procurou alimentar A Máquina. Entretanto, continue-se a bajular muitos dos diretores capazes de dizimar os órgãos dos colegas e a abnegar a realidade.
O meu louvor ao colega, antigo diretor de uma escola TEIP, que sem vergonha relatou situações de violência por si vividas e que muitos dos colegas, naquele cargo, fingem não ver nem ouvir.
Não sou a favor de certificados de mérito e excelência pelo que tenho dificuldade em entender o que se entende por "professor do ano". 
Um pa…

Sobrevivência nas Escolas

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Artigo de opinião de Valter Hugo Mãe
Numa escola, quando me recebiam em grande festa, o alarido escondeu um gesto horrível que só eu vi.

O Regresso dos Professores Titulares?

A ler, no Público, por Paulo Guinote, o artigo
O Regresso dos Professores "Titulares"?

Mas regressa agora de modo claro com este Governo, com pretextos demagógicos e fundamentação falaciosa. Com Alexandra Leitão a coordenar a revisão das “carreiras especiais” serão muitos os que perceberão que a forma abusiva como ela tratou diversas matérias enquanto secretária de Estado da Educação veio para ficar. E que a lógica dos “titulares” regressou em força e tem fortes âncoras nas escolas, entre os potenciais “valorizados”.

Apoie a qualidade e mérito no ensino público

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Apoie os professores. Colabore na melhoria do ensino em Portugal. Não permita a formatação dúbia e errante dos seus filhos, nem deixe que estadios do desenvolvimento lhes sejam roubados.

Alexandra Borges - Polémica sobre lei da identidade de género nas escolas

Alexandra Borges - Polémica sobre lei da identidade de género nas escolas | Alexandra Borges | TVI Player

Problemas e direitos por muitos abnegados e não respeitados.  Importa salientar que a sexualidade faz parte de todos nós, manifestando-se de diferentes formas durante toda a vida.





O Programa do Governo para a Educação

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O Programa do XXII Constitucional 2019-2013 pode ser consultado na seguinte hiperligação. Paulo Guinote, no blogue, O Meu Quintal, analisou, de forma muito pertinente, esta temática, como pode ler aqui

A destacar
a) A revisão do modelo de Gestão Escolar;
b) Concurso de docentes;
c) Reestruturação da carreira docente;
d) Proibição da retenção de alunos no ensino básico;
e) Aumento do número de horas na Escola.

Alexandre Henriques, do Com Regras, apresentou as linhas gerais.

Se a carreira docente não tem sido ambicionada pelos mais novos, e não só, os caminhos apresentados acentuam esta vertente.O Governo abriu guerra às carreias especiais do Estado. Curiosamente, os políticos, nas suas diferentes vertentes, não são considerados como "especiais". Importa apurar quais são as profissões nas quais é exigida a:

- elaboração de um Relatório de Avaliação de Desempenho Anual pelo trabalho desenvolvido (avaliação interna);
- observação presencial do trabalho efetuado, obrigatoriamente, em…

O Último Apaga a Luz - A violência nas Escolas

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O Último Apaga a Luz



A iniciar o fim de semana, Raquel Varela (historiadora), Joaquim Vieira (jornalista), Rodrigo Moita de Deus (cronista), Inês Pedrosa (escritora) e Pedro Vieira (humorista e escritor) analisam, a partir das suas experiências profissionais, a forma como as notícias foram tratadas nesta semana.




Destaco a intervenção de Raquel Varela, investigadora na área em análise.

As Escolas não são Campos de Batalha

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Imagem de David Mark por Pixabay

Pode ler-se no Sapo 24, de acordo com a Associação de Diretores, As Escolas não são Campos de Batalha.
Os diretores garantem que as agressões a professores e funcionários são casos isolados e que a imagem das escolas como “campos de batalha” está errada e longe do que se passa nos mais de cinco mil estabelecimentos de ensino do país.  A ideia difundida por muitos deles deve-se:
- à falta de contacto com os atores da comunidade educativa; - à complexidade dos procedimentos acusatórios que os docentes e assistentes operacionais têm de levar a cabo, por forma a instaurar um processo disciplinar; - aos professores e auxiliares não estarem protegidos pela Lei, quando agredidos; - ao ignorar quando também eles são desrespeitados ou humilhados: - às barreiras criadas, as quais colocam, em 1.º lugar, o professor na frente de combate: - as Estatísticas; - ...
A ler Perguntas a Filinto Lima

Antes do início das aulas

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Em Portugal

Professora com filha portadora de paralisia cerebral vê recusada candidatura à MPD

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Imagem de Clker-Free-Vector-Images por Pixabay
Não posso ficar indiferente à situação da professora que viu indeferida a sua candidatura à mobilidade por doença (MPD), como pode ler aqui, devido à falta de um documento, num contexto cuja rotatividade anual não faz sentido. Além de cuidadora informal da filha, portadora de paralisia cerebral (PC), também os pais precisam da sua ajuda. 
A burocracia tem vindo a aumentar neste país, no qual quem não fizer parte da máquina vê os seus direitos, mesmo que consagrados na Constituição, defraudados, desrespeitados, anulados, violentados... Apraz-me questionar o que é feito do tão apregoado Estatuto do Cuidador Informal, de que tantas vezes ouvimos falar, durante o governo anterior. Estará a ser ajustado, como tantas outras Leis, por forma a satisfazer as necessidades de alguns?
De momento, encontro-me numa situação semelhante à retratada, embora não tão complexa. No meu caso, até à data, fui cuidador da avó, Doente de Alzheimer e do pai, com mi…

A tomada de posição da ANPRI face à suposta agressão física

Após a publicação Quando a Agressão do Professor de TIC se Tornou Notícia fui ao encontro de algumas publicações que repudio, como, por exemplo, A Falta de Professores e a Agressão a um Aluno por um «Professor». Pessoalmente, independentemente do meu colega ter ou não profissionalização, considero-o Professor. Da mesma forma, independentemente de quem quer que seja que fique "à frente" de uma turma, trata-se de uma autoridade a respeitar. Lamento a dimensão adquirida por uma situação que devia ter sido resolvida intramuros, mas o que esperar de um "betinho" ArrumadinhoDenegrir a imagem da classe docente, o que, aliás, os média portugueses têm vindo a fazer, desde 2006/07. Como citado, o autor não disponibilizou comentários na sua denúncia e o julgamento em praça pública teve início, com recurso aos meios ao seu dispor. 
A célere intervenção do Ministério da Educação pecou pela falta de equidade para com tantos outros casos, nos quais os agentes educativos são ag…

Quando a agressão do professor de TIC se tornou notícia

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De acordo com o Expresso de 21/10/19, a PSP investiga professor acusado de insultar e agredir aluno do 8.º ano. Em causa, um professor de TIC da Escola Secundária Rainha Dona Leonor, em Lisboa.
O destaque dado a este caso, por parte da SIC, pareceu-me estranho. Logo descobri a fonte da notícia. Um dos alunos da turma é filho dos bloguista "O Arrumadinho", como podem conferir no artigo escrito pelo pai, Ricardo Martins Pereira, aqui. Note-se que este não permite comentários.
Até ao momento, li e ouvi três versões. Todas elas não ilibam o professor, logo acusado e julgado pela associação de pais. Também Mário Nogueira fez uma declaração pública, que repudio, ao colocar em causa a formação e competência do docente. Importa saber que é proibido utilizar o telemóvel nos diferentes Estabelecimentos de Ensino. Por outro lado, o aluno deve obedecer ao adulto, seja ele docente ou não. Embora me pareça descabido, há a reforçar que a educação deve ser dada casa. Na mesma linha de pens…