Tempo





Tempo que voa, dispersando a felicidade, nas asas do destino.
Tempo cujas feridas nem sempre cicatrizam, no acervo das memórias.
Tempo e respetivas perdas: o reflexo das facadas de alguns que amámos que foram parte integrante deste corpo sem alma.
O percurso dos viajantes.
Do mais precioso, os atos e as memórias; a consciência tranquila. Todavia, é ao sabor do tempo que as vontades mudam e nelas oscilam as valências do presente.
O tempo que nos ensina.
Inusitados e entranhados no receio rumo ao amanhã, os seus mistérios.

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