A aldeia morre
Gradualmente, a aldeia morre.
As personagens de ontem, já não são as de hoje. Um manto consigo tem levado histórias, restando memórias que se confundem, no decorrer do tempo.
Do imenso, instala-se a solidão. Aquela cujo abraço corrói.

Tudo se vai degradando! Adorei :)
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Candura e entusiasmo de andar em liberdade
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Beijo e uma excelente semana!
Como estou com sinusite, daquela que quase me impede de ver luz, não consegui ir mais longe neste texto; mas esta é a realidade nua e crua. Do que antes teve tanta vida, não resta quase nada.
EliminarDói.
Assusta.
Beijo meu.
Verdade, Beijinhos
ResponderEliminarAs aldeias...um dia destes serão as vilas, depois as cidades. Abandono é das poucas coisas que por aqui nos sobra.
ResponderEliminarA vida a retomar em Macau aos poucos e eu também a retomar os blogues aos poucos.
ResponderEliminarAquele abraço
Creio também precisar de um novo país.
EliminarA educação em PT está um caos. Os valores da sociedade então...
Abraço.
Muito down, meu caro.
ResponderEliminarToca a arrebitar.
É verdade, estou mesmo "down".
EliminarJá iniciei nova formação (até maio!!!), em GeoGebra. Sempre adorei blogues, mas sinto-me algo dececionado, sem tempo...
Grande abraço.