A aldeia morre

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Imagem de Stefan Keller por Pixabay


Gradualmente, a aldeia morre. 
As personagens de ontem, já não são as de hoje. Um manto consigo tem levado histórias, restando memórias que se confundem, no decorrer do tempo.
Do imenso, instala-se a solidão. Aquela cujo abraço corrói.  

Comentários

  1. Respostas
    1. Como estou com sinusite, daquela que quase me impede de ver luz, não consegui ir mais longe neste texto; mas esta é a realidade nua e crua. Do que antes teve tanta vida, não resta quase nada.
      Dói.
      Assusta.
      Beijo meu.

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  2. As aldeias...um dia destes serão as vilas, depois as cidades. Abandono é das poucas coisas que por aqui nos sobra.

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  3. A vida a retomar em Macau aos poucos e eu também a retomar os blogues aos poucos.
    Aquele abraço

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    Respostas
    1. Creio também precisar de um novo país.
      A educação em PT está um caos. Os valores da sociedade então...
      Abraço.

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  4. Respostas
    1. É verdade, estou mesmo "down".
      Já iniciei nova formação (até maio!!!), em GeoGebra. Sempre adorei blogues, mas sinto-me algo dececionado, sem tempo...
      Grande abraço.

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Paulo.