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Reflexão - o Desafio de Escrita Criativa

1.ª temporada - Os Pássaros


Fonte da fotografia, aqui




A escrita permite deambular no nosso interior, projetarmo-nos nos outros e viajar entre mundos sem pares. Para alguns, trata-se de uma competência quase inata, mas que requer trabalho contínuo e sistemático. A leitura, o espírito crítico, a atualidade, o domínio científico, uma mente desprovida de fantasmas e a criatividade têm de estar presentes. Por outro lado, o prazer de jogar com as palavras.

Desde logo abracei o Desafio dos Pássaros, embora nem sempre tenha respondido, pelo menos de forma atempada, às tarefas propostas, por razões de vária ordem. Os exercícios propostos são de suma importância para a plasticidade mental, além de promover a nossa língua, levando-a além-fronteiras, estimulando a Lusofonia. A interação entre bloguistas é um ponto a destacar, independentemente da plataforma utilizada. Afinal, existe um interesse e prazer em comum, não devendo o sistema de comentários adotados pelas plataformas que alojam os blogues, constituir um entrave. Todavia, desde cedo, tenho fracassado, no que diz respeito a comentar e ler os textos de outros participantes. Se de início senti falta de feedback, por parte de alguns, tal é a minha Insanidade, como alguém irrelevante um dia escreveu, amores maiores têm consumado muito do meu tempo. Por vezes, o amor leva-nos à exaustão, a ambientes não oxigenados e acorrentados. Somos instantes, pelo que é importante agarrá-los, mesmo que errando. Destas linhas, um abraço muito apertado aos familiares da Marta, do Nota Dissonante. A minha mão, a vós, humildemente, se estende.

Perante cada tema procurei defender uma causa e quase sempre trouxe realidades vivenciadas em diferentes contextos, conforme o papel por mim desempenhado. Assim espero continuar a fazê-lo, não obstante, alguns fatores inibidores.
Sejamos Pássaros.

Comentários

  1. A escrita faz bem à alma. Para quem gosta de passar os sentimentos ou estados de alma para o "papel". Adorava escrever textos. Inicialmente, quando abri o meu blogue comecei a escrever textos...Verdadeiros ou não, eis a questão, só lendo. Abri o blogue em 2013, embora o que está de inicial deve estar tudo diferente porque sem querer apaguei fotos que desapareceram. Depois fiquei-me pela poesia. Aliás, só comecei a escrever depois de passar um período muito difícil da minha vida. O mais difícil. Anos refugiada em casa e aí me deu vontade. Não era eu, era o meu coração. Escrevi muitos poemas de lágrimas a escorrer...

    Aprecio quem tem a capacidade de escrever textos ou pesquisas. Eu não sou capaz. Não estudei para tal.
    Sabe, adoro ler o que escreve. Sei que é uma pessoa que sofre de ansiedade, precisa de falar muito ( com os dedos) sem ser dar aulas. Apesar de, eu entender que as aulas levam à exaustão sem vontade para nada. Muita força para si

    Beijinhos para si e para a sua Mamy... Uma excelente passagem de ano! 🙏🥂😘

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  2. Não diga que não sabe escrever, porque não estudou. Existem competências inatas e a formação académica nem sempre corresponde à boa formação. Por essa razão, deixei de escrever sem filtros. Comecei por recorrer às entrelinhas, depois pus de lado grande parte do meu Eu. Neste blogue ainda não escrevi nenhuma análise (opinião) acerca de qualquer série HBO ou Netflix. Acredite que, quando comecei a fazê-lo, simplesmente não sabia como. Caso me esqueça, pelo Direct do Instagram (as mensagens) peça-me o endereço do meu 2.° blogue. Iniciado em 2006, as publicações mais recentes fazem quase todas elas parte do tempo que estive no Sapo, uma experiência a não repetir.
    Um abraço muito grande.
    Obrigado por estar sempre aí.🎁🎄💕

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  3. Parabéns ao Insensato pelo visual do blogue, que está recheado de estilo (e não só o visual). Depois do "Brexit", uma recomposição fantástica!
    Boas festas!
    Pap...

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  4. Oh, agora fez-me corar.
    Muito obrigado 🙏
    O Brexit trouxe-me liberdade.
    Abraço.

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  5. Mais uma vez gostei imenso de esvoaçar por aqui.
    Aquele abraço

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  6. Uma linda reflexão.
    Sabe que, por vezes, o leio e perco-me na procura dos espaço de comentário?
    Gosto muito do que escreve.
    Um Bom Ano.
    Forças e esperança para o novo ano.
    Beijinho

    Maria Araújo

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  7. Estive aqui mais cedo, li este post, espreitei o blog da Marta Elle, mas não entendi.
    Apesar de não comentar no blog , de quando em vez ia ler os seus textos.
    Fiquei chocada quando li que ela morreu.
    Uma facada no coração.
    Fica em paz.
    A vida é um pássaro nas nossas mãos.

    Um abraço, PP.
    Um Bom Ano.

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  8. Sempre gentil, Pedro.
    Grande abraço. https://media3.giphy.com/media/PQvCCJVzzPHEJG6wFF/giphy.gif

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  9. Sempre tão gentil, Maria.

    O Disqus demora algum tempo a carregar. Contudo, continua a melhor alternativa aos comentários do Gmail, para quem tem mais de uma conta. Ainda ontem, no tablet, lia e comentava algumas publicações. No Sapo e WordPress, não tinha problemas. Já no blogspot, nunca me surgia para comentar com o perfil do blogue. Tenho 3 emails Gmail (o 1.º, de quando só acedíamos por convite, o profissional e o do blogue). Em alguns, não consegui comentar porque não pretendia o comentário associado a outro perfil. Um pouco confuso. No PC, no Chrome, utilizo 2 utilizadores, o Paulo e o Prof, para conseguir orientar-me LOL
    Beijo grande.
    Um ano de luz. https://media1.giphy.com/media/E1kwu9Asgi8a4/giphy.gif

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  10. Eu também interagia ocasionalmente com a Marta. Por vezes tinha dificuldade em lê-la, não por incorreções, mas pela sua escrita revelar, sem que assim o pretendesse, o que se passava em termos neurológicos e fisiológicos. Tal remetia-me para o meu pai e... Creio nunca ter falado nos blogues do Sapo, mas uma das minhas melhores amigas, a Lina, prof. de ING/PORT, uma sonhadora, mais nova do que eu, também faleceu de um tumor no cérebro. Embora à distância, acompanhei todos os momentos. A perda de cada faculdade, até ao dia em que enviei uma SMS a perguntar como estava e logo recebi uma outra, pouco simpática, do marido que veio do Paquistão (eu disse que ela era uma sonhadora, otimista,...), em ING, pedindo para não mais usar aquele n.º (sim, ele não gostava do quanto eu e ela éramos confidentes), pois tinha morrido.
    Agora não sofrem.
    Gostava de poder ensinar os filhos e marido a não cometerem os erros que levei a cabo, após a morte do meu pai. São situações...
    Não conhecia a Marta pessoalmente, mas foi o suficiente para não ter dormido toda a noite e para ser invadido pela maldita ansiedade.

    Beijo grande.

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