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A aldeia morre

Imagem de Stefan Keller por Pixabay

Gradualmente, a aldeia morre.  As personagens de ontem, já não são as de hoje. Um manto consigo tem levado histórias, restando memórias que se confundem, no decorrer do tempo. Do imenso, instala-se a solidão. Aquela cujo abraço corrói.

Um dever da família

Comentários

  1. A escola transmite conhecimentos.
    A educação começa em casa.
    Quem não percebe isto...

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  2. O respeito pelo próximo e a boa educação inicia-se em casa
    Abraço

    Kique

    Hoje em Caminhos Percorridos - Urgências...irá melhorar

    ResponderEliminar
  3. É difícil evoluirmos quando o respeito e o gosto pelo saber não são ensinados/valorizados em casa.

    Desculpa a ausência e a resposta tardia a este teu comentário, mas além da ansiedade que decidiu abraçar-me com uma crise, ontem registou-se o 5.º ano sem a presença do meu pai.

    Abraço e obrigado.

    ResponderEliminar
  4. Sem dúvida.
    Gostei muito do início da tua frase, pois o "respeito ao próximo" está cada vez mais em desuso.

    Abraço.

    ResponderEliminar
  5. Diz muito bem. É o dever.. e É! Mas infelizmente não corresponde à verdade. Actualmente, hoje, estão mais interessados nas mentiras dos filhos do que apurarem a verdade junto de quem de direito. Não sei se me fiz entender!

    Sou do Tempo em que, a Professora quando entrava na sala nós já tínhamos que lá estar. Em silêncio e todos de pé, para entrar a Sra Professora, entre outras coisas que hoje vejo que faz falta!

    Um beijinho.

    ResponderEliminar
  6. Apurar a verdade? Os príncipes dos nossos dias não mentem, nem vêm a realidade de outra forma, o que é normal, em função de certos níveis etários. Quem mente são os filhos dos outros, nunca os meus. Eles não se comportam assim em casa.

    Entretanto, há aqueles que motivam os filhos a criar problemas para que situações sejam reencaminhadas para os tribunais, na procura de uma eventual indemnização. Sim, também já conheci o estilo. Inacreditável!

    Bjs

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Este blogue é feito de histórias reais, emoções, prazeres, opiniões e alguma ficção. Também de pessoas que interagem e de uma mão que se estende, mesmo que cheia de nadas.

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Paulo.

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