A criação de contas nas redes sociais, tais como Facebook e o Instagram, entre outras, para menores, com conhecimento dos respetivos pais/ encarregados de educação, continua a aumentar. Em muitos casos, estas são geradas com o respetivo conhecimento parental, para cimentar a confiança e a vontade do menor.
Decorrente do crescimento,
poucos são os adolescentes que pretendem sentir-se vigiados. Naturalmente,
estes recorrem à criação de contas alternativas ou bloqueiam o acesso de conteúdos,
de acordo com o que consideram melhor. Qual é o jovem rumo à idade adulta pretende lida,
pelos seus pais, ou familiares "impostos", uma declaração de amor, ou o descortinar de aspetos da sua
sexualidade? Na verdade, por mais rigorosa que seja a vigilância, controlar as
comunicações estabelecidas não se revela tarefa fácil, o que implica riscos de
vária ordem, para o menor, de que são exemplos o bullying e o assédio
sexual.
Do outro lado, ainda que não equidistante de um ponto ideal,
o qual penso não existir, a negligência parental. Infelizmente, tão evidente em
famílias disfuncionais ou em processos de divórcio nos quais a criança não é o que
importa.

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