As Crianças do Reino Unido e os Aparelhos Digitais

De acordo com a OECD, muitas crianças inglesas têm acesso a dispositivos digitais, englobando as redes sociais e videojogos, antes de poderem falar ou caminhar. Inclusive, algumas, até mesmo antes de nascer. O estudo científico pode ser acedido aqui.

Fonte - [1]

Comentários

  1. Fiquei de boca aberta com as médias entre os 3 e os 7... E eu ainda tenho a consciência pesada do meu...


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    1. E aqueles que ainda nem nasceram 😦
      As redes sociais, na sua generalidade, levam o homem a esquecer os limites ou a perder o bom senso.

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  2. As % são mesmo muito elevadas. O problema é mesmo o tempo excessivo que o ser humano passa grudado a ecrãs. reparei que em média 4h/ day dos jovens entre 12-15 y passam em frente á tv + tablet. parece-me exagerado porque é preciso estudar, namorar, passear, praticar desporto, etc

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    1. Atualmente, muitos deles nem conversam.
      Os namoros são "virtuais". Como dão início à vida sexual muito cedo, muitos deles acabam por optar, muitas das vezes, pelo sexo virtual. Esta é uma realidade para a qual as séries da Netflix têm chamado a atenção.
      Eu que sempre tive problemas com o peso, em ambos os polos quase extremos, fico abismado ao ver o que consomem os miúdos, por exemplo, do 10.º ano, com total consentimento dos pais. Cantina? Nada disso. Enfim...

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  3. O isolamento da criança terá as suas consequências
    Abraço
    Kique

    Hoje em Caminhos Percorridos - Pensando em me matar…

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    1. Claro que sim.
      Já é bem percetível, mas insistem em não fazer nada. A sociedade está desprovida de afetos e sentimentos nobres. A cada um, o respetivo nariz. Pouco importa o do outro.
      Abraço,
      P.

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  4. Sou contra isso. E estou a testemunhar um caso de perto: um miúdo que mudou de escola e porque anda de transportes públicos e a vida dele mudou radicalmente, os avós deram-lhe um telefone de 400€, o puto que jogava futebol, brincava com o meu cão quando aqui estava, agora, saca do telemóvel para jogar e mandar mensagens a meio mundo. É triste ver isto acontecer

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    1. Concordo contigo.
      Pessoalmente, defendo a utilização dos “tablets” como ferramentas de aprendizagem. O meu não tem um único jogo, e não há ano em que o não tenha de mostrar aos meus alunos.
      Há €400 para um smartphone, mas certamente já não os há para um “tablet” com acesso exclusivo a ferramentas tais como Geogebra, calculadora, jogos didáticos, manuais em versão digital, e tantas outras ferramentas de grande utilidade. O mesmo se aplica caso os smartphone tivesse em vista tais APP, sem acesso à maioria das redes sociais.

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  5. Na minha opinião, a geração atual de pais e mães não estão sensibilizados com os malefícios pelas crianças estarem tanto tempo frente aos ecrãs, porque não cresceram com tal problema.... portanto é necessário uma sensibilização constante!

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    1. Infelizmente, na demissão de funções, muitos oferecem tais aparelhos aos filhos, por forma a mantê-los entretidos. Outro lado da história, pois não deixas de ter razão. 5.º ano e telemóvel, por exemplo, parecem duas variáveis dependentes.
      Nos restaurantes, quantos pais têm os filhos distraídos com um "tablet", enquanto fazem a refeição? Assustador.

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  6. É bastante preocupante. É que e hoje em dia apenas se vêm crianças com birras para terem os telemóveis ou tablets. Eu não sou exemplo porque sou viciada. Mas apenas para escrever, ler e ver... Mas sou contra afazerem todas as vontades apenas para is verem calados. Não se pode cuspir para o ar!

    -
    Soubesse eu, dos grãos de areia, o seu valor "Poetizando e Encantando"
    Beijo e um excelente fim de semana.

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    1. Partilho da mesma opinião.
      Também não dispenso o meu tablet. Além de ferramenta de trabalho, permite escrever, ler, tirar e trabalhar fotografias, fazer mindfulness... Contudo, em certas aplicações controlo o tempo de utilização.
      Beijos,
      P.

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