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As duas primeiras temporadas de POSE

Em Portugal, até ao momento, as duas primeiras temporadas da série POSE, do canal FX, estão disponíveis na HBO. Na Netflix podemos encontrar a primeira.
Esta é uma série dramática, que nos permite aprender, ao contactar com uma realidade de variáveis longânimes. O elenco é predominantemente transexual, afro e latino-americano. Por vezes, pensamos ver Fame ou algumas das cenas do filme Filadélfia. Como pontos fortes, o elenco, a direção de atores, a banda sonora, o argumento, os figurinos e a luz. POSE consegue ser doce e divertida, enquanto ácida e cruel.
A 1.ª temporada decorre em 1987/88. Muitos jovens homossexuais ou transexuais, após serem postos fora de casa, pelos pais, são acolhidos, do mundo da criminalidade, drogas ou pobreza extremas, por algumas mães transexuais; neste caso homens que se sentem mulheres, com um profundo instinto maternal. Assim se formam as casas representativas das noites de baile, competindo entre si, com glamour, moda e passos de dança inovadores. O f…

Aquele Pilar

https://drive.google.com/uc?export=view&id=1Ka3RslgusGIO7VIH98yhlvcd0_IK2n-f


Comentários

  1. Cada vez mais ilustra a Educação deste país e a desresponsabilização dos pais aos dias de hoje na educação dos seus filhos

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  2. Muito faz quem não atrapalha. Costuma-se dizer. Já não sei o que é melhor, se é um encarregado de educação que dorme na forma, se um que persegue os professores. E existem dos dois tipos. Soube, há tempos, de uma história difícil de acreditar: um aluno que gravava todas as conversas que qualquer professor tivesse a sós com ele, por exemplo, se o chamasse à parte no final da aula para qualquer nota. Tudo o que se passa na sala é reportado ao pai, via telemóvel. O senhor telefona de volta para o director de turma acaso lhe cheire que algo não está bem com a sua cria. Marcação cerrada. Foram instruídos para nunca falarem a sós com ele, para buscarem outro professor de disso necessitarem já que o dito se pode tornar em não dito.

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    1. Obrigado pela partilha.
      Não me tinha ocorrido algo que seguramente será cada vez mais trivial nas nossas escolas. Há quanto tempo se apregoa o "dito por não dito" ou as deambulações em torno de uma recomendação. É curioso pois, até certo ponto, sinto-me culpado. Isto porque, antes de M.ª de Lurdes Rodrigues ser ministra da educação defendia maior intervenção dos pais nas Escolas. Com a chegada da diva ao poder, o caos instalou-se. Confundiram-se (confundem-se) direitos com deveres, instalou-se a falta de educação e apagou-se o conceito de parentalidade/responsabilidade.

      Um bom dia,
      P.

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  3. Infelizmente até me custa dizer que os Pais de "hoje" não sabem educar!....

    Beijos. Boa noite!

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    1. O sistema é de tal forma complexo. De um 8 passamos ao 80, com práticas idênticas às dos países com maior índice de criminalidade.

      Votos de um bom dia.
      P.

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  4. Por vezes, nem os professores ajudam.... O bom é que existem sempre pessoas que fazem a diferença!!
    Educar(Com)Vida

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    1. Concordo, e muito!
      E o Estado? Peça inerte, burocrática, caótica.
      Bjs

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  5. Jurariaque tinha comentado este post

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    Respostas
    1. Penso que não, Maria.
      Terá sido no IG? Não, creio que não me segue por lá e agora recordo, não estou certo quanto à sua publicação na galeria. Creio já a ter utilizado antes. Há muito tempo. Não sei se no Sapo ou no WP. Talvez tenha sido aí.
      Beijos do P.

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Este blogue é feito de histórias reais, que se misturam com emoções e valores, entre alguma ficção. Também de pessoas com opinião, sentimento e uma mão que se estende.

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Um abraço do
P. P.

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